Por que astronautas ainda vão à Lua se a Nasa usa observadores robóticos
Observação humana é essencial para captar detalhes sutis da superfície lunar, segundo a agência
Internacional|Do R7
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Após mais de 50 anos, astronautas voltaram à órbita lunar graças à missão Artemis 2, da Nasa, lançada na última quarta-feira (1º) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos.
O objetivo da viagem, segundo a agência espacial, é submeter a espaçonave Orion a uma série de testes planejados, avaliando sistemas, procedimentos e desempenho no espaço profundo para que possam enviar astronautas de volta à superfície lunar.
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A missão pode colaborar para novos estudos sobre o satélite natural da Terra. Embora cientistas tenham informações básicas da Lua, especialmente por conta do avanço da tecnologia, há detalhes que apenas os olhos e cérebros humanos conseguem captar, segundo a Nasa.
Para a agência norte-americana, os observadores robóticos, por mais avançados que sejam, não substituem o trabalho dos astronautas. Por isso, é importante enviar humanos à órbita lunar.
“Os olhos e o cérebro humanos são extremamente sensíveis a mudanças sutis de cor, textura e outras características da superfície. Ter os olhos dos astronautas observando a superfície lunar diretamente, em combinação com o contexto de todos os avanços que os cientistas fizeram sobre a Lua nas últimas décadas, pode revelar novas descobertas e uma apreciação mais refinada das características da superfície lunar”, diz o site da Nasa.
A agência destaca que a Artemis 2 confirmará os sistemas necessários para dar suporte a astronautas na exploração do espaço e preparará o terreno para o estabelecimento de uma presença permanente na Lua.
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