Logo R7.com
RecordPlus
‌

Por que defesa aérea total é ‘impossível’, e países terão que enfrentar escolhas difíceis

Especialistas alertam que defender é mais caro do que atacar, fazendo com que as nações escolham suas prioridades

Internacional|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Defesa aérea total é considerada 'impossível' em guerras grandes.
  • Conflitos atuais usam mísseis e drones, aumentando os alvos de ataque.
  • Recursos limitados obrigam países a escolher o que proteger.
  • Defender é mais caro do que atacar, afetando decisões estratégicas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ataques no Leste Europeu e no Oriente Médio mostram mudanças no padrão de guerra Reprodução/Record News

Em cenários de guerra em larga escala, nem mesmo os sistemas de defesa mais avançados conseguem bloquear todos os ataques, fazendo com que os países tenham que escolher o que proteger, segundo uma análise publicada pelo Business Insider.

De acordo com especialistas, os conflitos recentes, como os registrados no Leste Europeu e no Oriente Médio, mostram uma mudança no padrão das guerras modernas. Além de mísseis de longo alcance, ataques com múltiplos drones passaram a fazer parte das estratégias, aumentando o número de alvos.

‌

LEIA MAIS

Ou seja, além de bases militares na mira, infraestruturas essenciais, como redes de energia, hospitais e áreas residenciais, também se tornam alvos, sendo inviável criar uma proteção para todo o território.

“É possível fornecer uma proteção antidrone muito boa para áreas ou objetos específicos protegidos? Sim. É possível proteger todos os lugares dessa forma? Não”, comentou Justin Bronk, especialista em poder aéreo do Royal United Services Institute, do Reino Unido, em entrevista ao Business Insider.

‌

Ou seja, mesmo com camadas diferentes de defesa funcionando em conjunto, sempre haverá brechas. Isso porque os recursos são limitados, com restrições de orçamentos, equipamentos disponíveis e até de pessoas qualificadas para operar os sistemas.

Especialistas também explicaram que é mais caro defender do que atacar. Dessa forma, os países precisam tomar decisões estratégicas, definindo suas prioridades, o que pode afetar diretamente os civis.

‌

Apesar das limitações, a análise destaca que a defesa aérea segue sendo peça central nas estratégias militares.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.