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Porta-voz de Putin está com covid-19 e presidente volta ao trabalho

Depois de semanas trabalhando remotamente, Putin realizou reunião hoje. Porta-voz é terceira pessoa próxima ao líder russo a contrair doença

Internacional|Da EFE, com R7

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Putin volta a trabalhar,
mas não usa máscara
Putin volta a trabalhar, mas não usa máscara

A Rússia teve nesta terça-feira (12) o fim do recesso de quase dois meses decretado pelo governo para contar a pandemia do coronavírus, inclusive com presidente, Vladimir Putin participando de reuniões, mas em dia marcado pelo anúncio do porta-voz do chefe de governo de que contraiu o novo coronavírus.

"Sim, fiquei doente. Estão me tratando", disse Dmitry Peskov às agências de notícia locais.

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O porta-voz de Putin revelou que foi internado em uma clínica, assim como já havia acontecido com o primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, que foi internado em 30 de abril e, segundo fontes oficiais, já está em melhor estado de saúde.

Retorno de Putin

Hoje, o presidente da Rússia deixou o confinamento parcial que aderiu, inclusive tendo realizado reuniões de cúpula do governo por meio virtual, depois de anunciar que o recesso decretado em 30 de março, que fez com que todas as atividades econômicas não essenciais fossem paralisadas, havia chegado ao fim.

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Mais cedo, Putin, que já havia saído do Kremlin no último sábado, em meio a celebração dos 75 anos da vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial, se encontrou com o presidente da principal petroleira do país, a Rosneft, Igor Sechin.

Em imagens veiculadas pelas emissoras locais de televisão, no encontro, ambos estiveram cada um em lado diferente de uma grande mesa, sem máscaras e sem luvas protetoras.

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Putin vinha trabalhando remotamente desde 1º de abril, depois que o diretor de um hospital em Moscou com que tinha se reunido, foi diagnosticado com Covid-19.

Nesta terça-feira, a Rússia se tornou o segundo país no mundo com maior número de casos de infecção pelo coronavírus, com 232.200, superando a Espanha e o Reino Unido. Ontem, o país já havia deixado para trás a Itália.

Apesar do fim do recesso anunciado por Putin, Moscou, que é considerado o foco da pandemia no território russo, seguirá com medidas de confinamento obrigatório e restrição da vida social em vigor até, pelo menos, 31 de maio, segundo afirmou o prefeito, Sergey Sobyanin.

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