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Relação com a China pode estar por trás da saída do Canadá do Conselho de Paz; entenda

Presidente dos EUA ameaçou neste sábado (24) impor tarifas sobre o país vizinho em caso de acordo com chineses

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump ameaça tarifas de 100% sobre importações canadenses se o país fechar acordo com a China.
  • O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, foi "desconvidado" para o Conselho da Paz por Trump.
  • Reaproximação do Canadá com a China inclui um acordo de compra de veículos elétricos.
  • Tensões entre Trump e Carney aumentam e pode ser um sinal à mudança na política comercial canadense.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mark Carney rebateu fala de Trump de que o Canadá "vive por causa dos EUA" Reprodução/whitehouse.gov

O presidente americano, Donald Trump, ameaçou neste sábado (24) impor tarifas de 100% sobre as importações do Canadá caso o país finalize um acordo comercial com a China. As declarações vem após o republicano anunciar que desconvidou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, para integrar o Conselho de Paz criado por ele e que pretende resolver conflitos globais.

“Se o Canadá fizer um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos EUA”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

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As tensões entre Trump e Carney vêm se intensificando nos últimos dias. A reaproximação do Canadá com Pequim pode estar entre os motivos para o “desconvite” de Trump para que o país integre o Conselho de Paz.

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No dia 16 de janeiro, Carney se reuniu com o presidente chinês, Xi Jinping, marcando a primeira visita de um líder canadense ao país asiático em oito anos.

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Após o encontro, ambos anunciaram um acordo que envolve a compra de veículos elétricos chineses. A parceria foi elogiada por Carney, que disse esperar que a China reduza as tarifas sobre a canola canadense, ao mesmo tempo em que permitirá a entrada de 49 mil veículos elétricos chineses em seu mercado.

A viagem, acompanhada da nova parceria, é vista como uma mudança na política externa do país, além de um afastamento da agenda comercial de Trump.

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Em sua publicação deste sábado, o republicano se referiu a Carney como “governador”, acrescentando que se ele “pensa que vai transformar o Canadá em um ‘porto de entrega’ para a China enviar mercadorias e produtos para os Estados Unidos, está redondamente enganado”.

Trump não forneceu detalhes ou um cronograma sobre uma eventual aplicação de tarifas.

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No ano passado, quando ameaçou pela primeira vez aplicar novas tarifas ao vizinho, Trump chamou o Canadá de “51º estado” e sugeriu que poderia tentar anexar o país por completo.

Mais recentemente, Trump voltou a mencionar o país, que, segundo ele, “vive por causa dos EUA”. A fala foi rebatida por Carney, que disse que o Canadá prospera por causa de seus próprios valores.

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