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Republicanos e democratas só concordam em um ponto: o medo da China; veja análise

Professor avalia que ações americanas contra russos servem como meio de evitar expansão econômica de Pequim

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Rússia busca reestruturar relações com os Estados Unidos, mas enfrenta sanções econômicas.
  • Sergei Lavrov expressa ceticismo quanto a um futuro econômico promissor com os EUA.
  • O professor Leonardo Trevisan destaca que o medo comum entre democratas e republicanos é a ascensão da China.
  • O avanço chinês é visto como uma preocupação que ultrapassa as divisões políticas nos EUA.

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Em meio a negociações pelo fim da guerra na Ucrânia, o governo russo esperava também uma reestruturação das relações com os Estados Unidos, algo que não aconteceu com a imposição de sanções americanas duras ao setor energético do Kremlin.

Com as medidas, o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que, apesar do país estar aberto à cooperação com Washington, não vê um futuro promissor na esfera econômica.


Trump e Xi Jiping coordenam maiores potências mundiais em meio a tensões no globo Reprodução/ Record News

Lavrov citou o que chamou de “objetivo declarado dos Estados Unidos de domínio econômico”, além de uma suposta hostilidade de Donald Trump ao Brics, bloco que conta também com outros países que incomodam o governo americano, como a China.

Ainda segundo o chanceler, as ações americanas fizeram com que o governo de Putin fosse obrigado a buscar formas adicionais de desenvolver os projetos financeiros.


Para Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais da ESPM (Escola Superior de Publicidade e Marketing), a real preocupação de Trump e dos Estados Unidos não é o bloco econômico e sim a China, e como o país asiático pode usar a Rússia para avançar economicamente no mundo.

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Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (9), ele pontua que a apreensão de um avanço chinês é um temor comum a todas as alas políticas no país, mesmo as contrárias às políticas do presidente atual.


“O partido Democrata e partido Republicano só têm um ponto que eles concordam: China, medo da China. É aí só que eles concordam. Fora daí, brigam em tudo. Mas nessa situação, e, portanto, isso ultrapassa a mentalidade meio problemática de Trump. É um confronto entre duas potências. O mundo já viu isso várias vezes e o resultado nunca é muito bom”, conclui Trevisan.

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