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Tática da Ucrânia de alvejar refinarias de petróleo tem impressionado muito a Rússia, diz professor

Segundo o prefeito de Moscou, mais de 650 drones ucranianos foram lançados contra a capital russa nesta terça-feira (6)

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ucrânia lançou mais de 650 drones contra Moscou, com um depósito de combustível atingido e duas mortes.
  • Estratégia ucraniana foca em refinarias de petróleo para impactar receitas russas e financiamento da guerra.
  • Em Zaporizhzhya, três pessoas morreram em ataque de drone a veículo.
  • Professor Vitelio Brustolin destaca o impacto disruptivo dos drones na guerra e as dificuldades russas em refinar petróleo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Ucrânia realizou uma nova onda de ataques contra a Rússia. Segundo o prefeito de Moscou, mais de 650 drones ucranianos foram lançados contra a capital russa nesta terça-feira (6). A maior parte dos equipamentos foi abatida. No entanto, um importante depósito de combustível foi atingido durante a noite e duas pessoas morreram.

Esse foi um dos maiores ataques de guerra contra Moscou desde o começo da guerra. A Ucrânia tem cada vez mais visado refinarias de petróleo, depósitos e terminais de exportação, num esforço para privar a capital russa das receitas necessárias para financiar a guerra.

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Já em Zaporizhzhya, território ucraniano ocupado pela Rússia, três pessoas foram mortas por um ataque com drone contra um veículo. Em entrevista ao Conexão Record News, Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais e pesquisador, diz que “os drones são uma tecnologia disruptiva na guerra”.

Segundo ele, a Ucrânia está alvejando instalações petrolíferas russas e cada refinaria leva dois anos para ser reconstruída. Então, a Rússia — que era a segunda maior produtora de petróleo mundial — passa a utilizar o petróleo para consumo interno e não consegue mais refinar.

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“Essa tática da Ucrânia tem impressionado muito a Rússia, que responde atacando cidades na Ucrânia. Ou seja, não é exatamente a linha de frente onde estão os soldados que é alvejada; a Ucrânia tenta afetar o financiamento da guerra, como a Rússia paga pela guerra, e a Rússia revida matando civis nas cidades ucranianas; eventualmente, ao atacar refinarias, também morrem civis na Rússia”, pontua.

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