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‘Tesouro’ no quintal: homem encontra fortuna em ouro ao cavar piscina na França

Lingotes e moedas avaliados em cerca de R$ 4,3 milhões estavam enterrados em sacos plásticos

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um homem encontrou cinco lingotes e moedas de ouro ao escavar o quintal para construir uma piscina em Neuville-sur-Saône, França.
  • O tesouro, avaliado em cerca de R$ 4,3 milhões, estava enterrado em sacos plásticos a uma profundidade que indicava depósito intencional.
  • Após comunicar o achado às autoridades, foi confirmado que os lingotes eram legais e não estavam relacionados a crimes.
  • A identidade do proprietário permanece em sigilo devido a questões de segurança e privacidade, e o mistério sobre a origem do tesouro ainda persiste.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ouro encontrado em quintal vale cerca de R$ 4,3 milhões PublicDomainPictures/Pixabay

Um morador de Neuville-sur-Saône, cidade próxima a Lyon, na França, ficou rico ao fazer uma descoberta improvável na sua própria casa. O homem escavava o terreno para construir uma piscina quando encontrou cinco lingotes e diversas moedas de ouro que estavam escondidos sob a terra, cuidadosamente embalados em sacos plásticos.

O achado, ocorrido há alguns meses, foi revelado nesta quarta-feira (5) pelo jornal francês Le Progrès.


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Segundo a reportagem, o proprietário havia adquirido o imóvel há cerca de um ano e decidiu ampliar a residência com uma piscina. Durante as obras, os trabalhadores se depararam com os objetos metálicos enterrados a uma profundidade que indicava terem sido depositados de forma intencional.


Estimativas preliminares apontam que o tesouro encontrado tem valor aproximado de 700 mil euros (cerca de R$ 4,3 milhões).


Após o espanto inicial, o homem decidiu agir de maneira correta e comunicou o achado às autoridades municipais. A prefeitura acionou a Direção Regional de Assuntos Culturais (Drac), responsável por avaliar se o material poderia ter valor histórico ou arqueológico. Caso fosse considerado de relevância patrimonial, o Estado teria o direito de reivindicar a posse e determinar uma análise técnica.


No entanto, as investigações concluíram que os lingotes não eram antigos, já que datavam de cerca de 15 a 20 anos, e não apresentavam indícios de ligação com nenhum roubo ou operação criminosa. Cada barra possuía um número de série, o que permitiu rastrear sua origem até uma empresa de fundição da própria região de Lyon.

Comprovada a legalidade da procedência do ouro, o sortudo morador pôde ficar com o achado, tornando-se o legítimo proprietário do tesouro. Sua identidade, no entanto, foi preservada, a pedido dele, por motivos de segurança e privacidade.

O caso, que rapidamente repercutiu na região, despertou curiosidade sobre quem teria enterrado o ouro e por quê. O antigo dono da casa faleceu há alguns anos, e não há registros de herdeiros ou informações que esclareçam o motivo de esconder uma fortuna no jardim. O mistério sobre a origem do tesouro, portanto, permanece.

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