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Trump descarta envio de delegação ao Paquistão, mas diz que guerra terminará em breve

Em entrevista, presidente dos Estados Unidos justificou recusa devido às longas horas de voo

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump descartou o envio de uma delegação dos EUA ao Paquistão para negociações sobre o Irã.
  • Justificou a recusa devido às longas horas de voo, propondo negociações por telefone.
  • Destacou sua insatisfação com a falta de apoio da OTAN e fez comentários sobre China e outros conflitos geopolíticos.
  • Confirmou a visita do Rei Charles III aos EUA, elogiando sua representação do Reino Unido.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Donald Trump afirmou que não enviará delegação para o Paquistão Jonathan Ernst/REUTERS - 25.04.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou o envio de uma delegação americana ao Paquistão para negociações com o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio, mas garantiu que a guerra terminará “em breve” e que Washington será vitoriosa, em entrevista à Fox News há pouco. Na ocasião, ele justificou a recusa por conta das “longas horas de voo”.

“Se o Irã quer conversar, então pode nos ligar ou vir aos EUA. Vamos negociar pelo telefone, temos linhas telefônicas seguras. Não vou enviar pessoas para o Paquistão, são 17 ou 18 horas de voo”, disse, acrescentando que os EUA apreenderão material nuclear de Teerã como parte das negociações.

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Segundo Trump, algumas pessoas com quem os americanos lidam em relação ao país persa “são razoáveis, outras não”.

O mandatário americano destacou sua insatisfação com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na guerra, dizendo que a aliança não apoiou os EUA na questão, e deixou em aberto seu sentimento em relação à China. “Não estou muito decepcionado com China. Pequim poderia ter feito mais sobre Irã, mas também poderia ter sido muito pior”, ponderou.

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Trump diz que ódio entre Putin e Zelensky é ‘ridículo’

Sobre outros conflitos geopolíticos, Trump disse que o ódio entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, “é ridículo”, mas mantém conversa com os dois líderes - ainda que não tenha fornecido informações de quando entrou em contato com seus homólogos pela última vez.

Trump ainda confirmou que o Rei Charles III visitará os EUA e projetou que o encontro “será ótimo”. “Ele representa o Reino Unido como ninguém”, afirmou.

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