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‘Venceremos facilmente’, afirma Trump sobre ataques contra o Irã

Presidente norte-americano afirmou que há quatro frentes principais para enfrentar o país no Oriente Médio

Internacional|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, pediu apoio à Câmara Legislativa do DF para o Projeto de Lei nº 2175/2026.
  • O banco está sob investigação após adquirir carteiras do Banco Master, com prejuízo estimado em R$ 5 bilhões.
  • Nelson ressaltou a importância do PL para assegurar estabilidade financeira e evitar interrupções em serviços públicos essenciais.
  • Ele questionou o interesse no fim do BRB, afirmando que isso afetaria transferências de renda e o transporte público no DF.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump afirmou que as expectativas iniciais colocavam duração das ações em 4 ou 5 semanas REUTERS

O presidente norte-americano Donald Trump aproveitou a cerimônia Medalha de Honra, na Casa Branca, para falar sobre os ataques feitos ao Irã. E afirmou que a guerra será vencida “facilmente”.

Venceremos facilmente. Estamos à frente das nossas projeções. Especulamos de quatro a cinco semanas, mas pode durar mais tempo”. De acordo com ele, porém, as forças dos EUA estariam “substancialmente adiantadas”, com estrutura para manter operações por período ainda mais longo, se necessário.


Ao detalhar metas estratégicas, Trump apontou quatro frentes principais. A primeira envolve neutralização do programa iraniano de mísseis, com ataques contínuos contra centros de produção e arsenais. A segunda mira a estrutura naval do país. De acordo com o presidente, ao menos 10 embarcações iranianas foram destruídas.

Outro objetivo central consiste em impedir, de forma definitiva, acesso do regime iraniano a armamento nuclear. Trump declarou que Teerã caminhava para obter capacidade atômica por meio de um acordo internacional firmado no passado, classificado por ele como um erro estratégico.


Por fim, o presidente destacou esforço para bloquear apoio iraniano a grupos armados fora de suas fronteiras, com foco em financiamento, treinamento e fornecimento de armas.

Frustração com meios diplomáticos

Trump também relatou frustração com tentativas diplomáticas recentes. Segundo ele, houve expectativa de entendimento em mais de uma ocasião, mas o governo iraniano teria recuado nas negociações. Para o presidente americano, o impasse tornou inevitável a via militar.


O republicano afirmou que o Irã ignorou alertas enviados por Washington e “se recusou a interromper a busca por armas nucleares”, mesmo após, segundo ele, a “aniquilação” do programa nuclear iraniano no ano passado.

De acordo com Trump, Teerã representava ameaça imediata às forças americanas posicionadas no Oriente Médio e também ao território dos Estados Unidos.


O presidente declarou que o programa iraniano de mísseis balísticos avançava de forma acelerada, ampliando riscos à segurança internacional.

“O regime já possuía mísseis capazes de atingir a Europa e nossas bases, tanto locais quanto no exterior, e em breve teria capacidade para alcançar os Estados Unidos”, disse.

O início dos ataques

Estados Unidos e Israel lançaram, no último sábado (28), uma ofensiva militar de grande escala contra o Irã. Segundo o presidente Donald Trump, a ação tinha como alvo forças armadas iranianas, o programa de mísseis e a estrutura nuclear do país, além de pressionar por mudança no regime.

A operação, chamada de “Fúria Épica”, ocorreu durante o dia e, conforme autoridades americanas, marca o início de uma campanha prolongada.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior, general Dan Caine, informaram nesta segunda-feira (2) que a ofensiva vinha sendo planejada há meses e contou com integração total das Forças Armadas dos EUA e apoio de Israel.

O ataque culminou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, fato que elevou drasticamente a tensão no Oriente Médio. Em resposta, o governo iraniano lançou disparos contra áreas com presença militar americana na região, com explosões registradas em cidades como Dubai e Doha.

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