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Trump diz que acordo entre Reino Unido e China é ‘muito perigoso’

Declaração ocorreu em meio à primeira viagem de um premiê britânico à China em oito anos

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump considera acordos comerciais entre Reino Unido e China como 'muito perigosos'.
  • A declaração ocorreu durante a primeira visita de um premiê britânico à China em oito anos.
  • Keir Starmer se reuniu com Xi Jinping para discutir uma 'parceria estratégica de longo prazo'.
  • Trump alertou que é ainda mais arriscado para o Canadá negociar com a China, mencionando dificuldades econômicas no país.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo Trump, 'você não pode olhar para a China como a solução' Kevin Lamarque/Reuters - 30.01.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “muito perigoso” qualquer acordo comercial entre o Reino Unido e a China, ao comentar a visita do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, a Xangai. Questionado por um repórter sobre a aproximação entre Londres e Pequim, Trump afirmou: “Bem, é muito perigoso para eles fazerem isso.”

A declaração ocorreu enquanto Starmer cumpre a primeira viagem de um premiê britânico à China em oito anos, levando mais de 50 líderes empresariais e buscando ampliar negócios e investimentos.


Em Pequim, o premiê se reuniu com o presidente chinês, Xi Jinping, e ambos prometeram avançar em uma “parceria estratégica de longo prazo e estável”, sinalizando melhora nas relações bilaterais após anos de atritos.

Trump, porém, ampliou o tom de alerta ao mencionar o Canadá. “E é ainda mais perigoso, eu acho, para o Canadá fazer negócios com a China”, disse, acrescentando: “O Canadá não vai bem. Eles estão indo muito mal.” Segundo ele, “você não pode olhar para a China como a solução.”


O presidente norte-americano fez os comentários na noite de quinta-feira (29) ao chegar à estreia de um documentário sobre sua esposa, Melania Trump, quando também se referiu a Xi como um “amigo” e afirmou conhecê-lo “muito bem”. Apesar disso, evitou detalhar eventuais medidas contra o Reino Unido, diferentemente do Canadá, alvo recente de ameaças tarifárias caso avance com acordos econômicos firmados após visita do premiê canadense a Pequim.

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