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Trump e senadores dos EUA se mostram abertos a banir certas vendas de armas após ataque em Orlando

Internacional|Do R7

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Por Richard Cowan e Susan Cornwell

WASHINGTON (Reuters) - Senadores norte-americanos sinalizaram na quarta-feira uma nova disposição de considerar restrições na venda de armas após o massacre em uma boate em Orlando, com o provável candidato presidencial republicano, Donald Trump, e outros em seu partido prontos para discutir medidas de controle de armas.

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Com o lobby de armas do Partido Republicano e da Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês) sob pressão para responder ao pior massacre a tiros na história moderna dos Estados Unidos, Trump disse que irá se encontrar com a NRA para discutir maneiras de bloquear a compra de armas por pessoas em listas de vigilância de terrorismo ou de exclusão aérea.

O Senado dos EUA iniciou discussões sobre legislação para banir a venda de armas a centenas de milhares de pessoas em listas de vigilância após um atirador que esteve numa lista dessas ter matado 49 pessoas em uma boate gay em Orlando no último domingo.

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Mas após um dia cheio de discussões, o líder democrata no Senado, Harry Reid, disse que negociações "eram pouco mais que uma cortina de fumaça dos republicanos, que tentavam se dar cobertura política enquanto continuam a marchar no mesmo ritmo das posições extremas da NRA".

Reid disse que não houve propostas republicanas "que chegassem perto de atrair o apoio democrata".

Antes disso, o líder republicano no Senado, Mitch McConnell, havia pedido que senadores oferecessem ideias sobre como prevenir outro ataque como o de Orlando.

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