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Ucrânia usa robôs com lança-granadas para explodir abrigos militares russos

Veículos terrestres avançam sozinhos contra posições inimigas e detonam dentro das estruturas

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Forças ucranianas usaram veículos terrestres não tripulados com lança-granadas para atacar posições russas na Operação Vivaldi.
  • Os robôs, controlados remotamente, avançaram até abrigos inimigos e detonaram dentro das estruturas, reduzindo a necessidade de soldados em campo.
  • Os UGVs, também usados como equipamentos kamikaze, foram transportados por drones para além das linhas inimigas.
  • Robôs ajudaram a liberar cidades e limpar rotas de minas terrestres, demonstrando uma nova estratégia militar ucraniana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Robôs equipados com lança-granadas atacam forças russas Reprodução de vídeo/Facebook/ab3.army

Forças ucranianas empregaram veículos terrestres não tripulados equipados com lança-granadas para atacar posições russas durante a Operação Vivaldi. Segundo o site Militarnyi, a ação foi realizada por militares da unidade NC13, especializada em sistemas robóticos de ataque e ligada ao 3º Corpo de Exército da Ucrânia.

De acordo com informações divulgadas pelo próprio 3º Corpo de Exército, os veículos terrestres não tripulados, conhecidos pela sigla UGV, foram modificados para receber dois lança-granadas Bullspike.

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Durante a operação, os robôs se aproximaram das posições russas e abriram fogo. Depois dos disparos, continuaram avançando em direção aos abrigos inimigos e explodiram dentro das estruturas.

Militares ucranianos afirmaram que o emprego dos equipamentos permitiu atacar e limpar posições específicas sem a necessidade de enviar soldados da infantaria diretamente para esses locais.

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O 3º Corpo de Exército também afirmou que a presença dos veículos robóticos provocou pressão psicológica sobre as forças adversárias.

Operadores ficam a quilômetros da linha de frente

Os robôs UGVs eram controlados remotamente por operadores instalados em abrigos protegidos, a dezenas de quilômetros da linha de contato.

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Para o 3º Corpo de Exército, a estratégia representa uma nova forma de utilização de sistemas terrestres não tripulados. A intenção é transferir para plataformas robóticas parte das tarefas consideradas mais perigosas durante operações de assalto.

Os veículos utilizados na Operação Vivaldi também funcionam como equipamentos kamikaze: depois de atacar com os lança-granadas, podem avançar contra estruturas inimigas e detonar a própria carga explosiva.

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Robôs são levados por drones

Na segunda fase da Operação Vivaldi, o 3º Corpo de Exército também começou a transportar UGVs kamikaze com grandes drones bombardeiros. Segundo as informações divulgadas, os equipamentos chegaram a ser enviados a mais de 10 quilômetros atrás das linhas inimigas.

Durante essa etapa, as Forças de Defesa da Ucrânia libertaram as cidades de Shandryholove e Derylove e estabeleceram controle total sobre Drobysheve.

Sistemas robóticos terrestres também foram empregados em operações de retirada de minas terrestres. De acordo com os militares, cerca de 30 quilômetros de rotas foram limpos na direção de Shandryholove.

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