Vladimir Putin é inimigo da humanidade, e suas ameaças nucleares devem ser levadas a sério
O tirano russo, não duvide, age racionalmente na loucura bélica em que lançou todos os seres humanos
Internacional|Marco Antonio Araujo, do R7

O mundo moderno nunca foi tão carente de líderes. Nem tão farto em governantes incompetentes e irresponsáveis. Mas nada se compara ao que Vladimir Putin representa de nefasto, trágico e extremamente perigoso. Ele não é um fanfarão como Boris Johnson ou um relapso como Joe Biden. Putin é uma ameaça à humanidade.
Na bomba-relógio acionada pelo tirano russo ao invadir a Ucrânia, nenhum suposto estadista está tendo a inteligência ou o bom senso de desarmar espíritos e, agora, ogivas nucleares. A ameaça que a Rússia lançou ao planeta não é mera bravata.
É um perigo real quando o alucinado pelo poder diz, sobre a capacidade de ataque e retaliação às tentativas ocidentais de forçar um recuo na agressão ao povo ucraniano e, sem rodeios, à Otan: "Temos todas as ferramentas para isso, coisas que ninguém mais pode se gabar de ter agora. E não vamos nos gabar, vamos usá-las se necessário. E quero que todos saibam disso".

Estamos diante de um vilão que nada tem de caricatural. Putin, não duvidem, age racionalmente na loucura bélica em que jogou a todos os seres humanos — aos quais o déspota já demonstrou desprezo e crueldade que julgávamos enterrados junto com os destroços da Segunda Guerra.
Sem negar a falta de habilidade dos países europeus — que perdeu o bastião de neutralidade que a Alemanha representava —, o fato é que a escalada russa em direção a um conflito nuclear conclama todos os democratas, de direita ou esquerda, a elegerem Vladimir Putin como um inimigo comum. Pois é isso que ele é.









