YouTuber deixa câmera afundar no oceano e flagra espécie ‘misteriosa’; assista
Equipamento registrou enguias gigantes, náutilos, caranguejos, lagostas e outras criaturas peculiares
Internacional|Do R7
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O YouTuber Barny Dillarstone desceu uma câmera a duzentos metros de profundidade perto de Bali, na Indonésia, e registrou uma criatura que nem especialistas marinhos conseguiram identificar.
Dillarstone costuma postar as expedições em áreas remotas e profundas dos mares. O influenciador busca registrar animais que dificilmente encontram luz natural. Na gravação em questão, ele usou uma câmera presa a uma bola de isca com o objetivo de atrair espécies noturnas e pouco documentadas. Segundo Dillarstone, o equipamento registrou enguias gigantes, náutilos, caranguejos, lagostas e outras criaturas peculiares que vivem nessas camadas do oceano.
O YouTuber explicou no vídeo que encontrou uma criatura que surpreendeu até especialistas. Ele afirmou que “encontrei uma criatura no fundo do mar que nem mesmo os maiores especialistas em tubarões do mundo conseguem identificar”. O registro foi feito durante duas noites de gravações sucessivas.
A expedição também captou enguias-congro agressivas, caranguejos-aranha e um verme-de-fogo barbudo. Uma arraia de águas profundas conhecida como arraia-pintada apareceu perto do fim da filmagem. Essa espécie costuma ser encontrada na região Indo-Pacífica e na costa leste da Austrália.
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A dúvida aumentou quando o mergulhador observou o que parecia ser uma água-viva. Ele relatou no vídeo que “as águas-vivas não deveriam estar na Indonésia”, lembrando que a água-viva-de-java é considerada extinta e que a água-viva-de-kai é conhecida apenas por dois filhotes registrados na costa leste da Indonésia. Ele questionou “então, que espécie é essa”, afirmando depois que conversas com especialistas não resolveram a questão.
O YouTuber disse que buscou ajuda profissional. Ele contou que “a resposta é que não temos ideia. Talvez seja uma nova espécie para a ciência. Não é todo dia que se captura uma criatura que pode reescrever parte do registro de espécies da região”. Ele completou que “depois de consultar alguns dos maiores especialistas em tubarões do mundo, a verdade é que não temos ideia de que espécie se trata”.
A falta de respostas não surpreende pesquisadores. Cerca de dois terços das espécies oceânicas ainda não foram identificadas ou classificadas pela ciência.
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