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JR 24H

Auditoria do governo do RJ aponta divergências em cobrança de consórcio em unidades do Poupatempo

Em junho deste ano, o consórcio informou 845 mil atendimentos, mas órgãos estaduais validaram pouco mais de de 261 mil

Boletim JR 24H|Do R7

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No Rio de Janeiro, uma auditoria do governo apontou divergências nas cobranças do consórcio que administra três unidades do Poupatempo. Em junho deste ano, o consórcio informou 845 mil atendimentos, mas órgãos estaduais como o Detran e a Defesa do Consumidor, por exemplo, validaram pouco mais de 261 mil. Uma diferença de 583 mil atendimentos, que representa cerca de R$ 15 milhões em um único mês.  

O consórcio é responsável por administrar as unidades de Bangu, na zona oeste do Rio, Duque de Caxias e São João de Meriti, essas duas na Baixada Fluminense. Após a conclusão da auditoria, o governo pagou apenas dois terços dos valores mínimos contratuais. O outro terço manteve retido para descontar o prejuízo apontado na auditoria e o valor considerado como lucro. Já o consórcio ameaçou paralisar os serviços caso o pagamento não seja feito.  

O relatório da auditoria será encaminhado ao Tribunal de Contas do estado e ao Ministério Público do Rio de Janeiro. A Procuradoria-Geral do estado também pretende recorrer à Justiça para impedir uma eventual paralisação dos serviços. 

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