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JR 24H

CPI do Crime Organizado chega ao fim sem prorrogação apesar de apoio no Senado

A CPI não deve ser prorrogada, apesar de apoio para continuidade dos trabalhos

Boletim JR 24H|Do R7

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A CPI do Crime Organizado entra na reta final e não deve ser prorrogada, mesmo tendo obtido o número necessário de assinaturas de senadores para a continuação dos trabalhos. A comissão tem encerramento previsto para o próximo dia 14. 

O presidente e o relator da CPI afirmaram que decisões do Supremo Tribunal Federal comprometeram as investigações, ao dispensar convocados de depor e impedir a quebra de sigilos. O senador Fabiano Contarato declarou: “Quando a gente tenta fazer a apuração de qualquer conduta envolvendo crimes de colarinho branco, nós temos decisões que, com todo respeito, eu tenho que me curvar, porque a decisão judicial não se discute, se cumpre”. 

Entre os casos, o ministro André Mendonça liberou o ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha de prestar esclarecimentos sobre negociações do Banco de Brasília com o Banco Master. A Advocacia do Senado recorreu das decisões. Nesta terça-feira(7), a comissão ouviu o secretário nacional de políticas penais, que abordou a atuação de facções nos presídios. 

Apesar do apoio para prorrogação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não deve estender os trabalhos nem instalar a CPI mista do Banco Master, sob justificativa do ano eleitoral. O relator Alessandro Vieira criticou a decisão: “É óbvio que a gente não concorda com esse posicionamento, mas a gente não terá esse tempo”. O STF também desobrigou Roberto Campos Neto de depor. 


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