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Mendonça mantém decisão de não interferir na abertura dos sigilos de Lula e de Flávio Bolsonaro

Os dois levaram o acordo ao TSE e entregaram documentos ao tribunal

Boletim JR 24H|Do R7

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Os candidatos ao Palácio do Planalto participaram do último debate antes do segundo turno das eleições. Mais cedo, o ministro André Mendonça, do TSE, manteve a decisão de não interferir na abertura dos sigilos de Lula e de Flávio Bolsonaro e mandou um recado aos dois candidatos.  

A disputa começou com um desafio: cada candidato abriria os próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico e de familiares e aliados se o outro fizesse o mesmo. Os dois levaram o acordo ao TSE e entregaram documentos ao tribunal. Na quinta-feira (21), Mendonça decidiu que a Justiça Eleitoral não precisa interferir, porque os dados pertencem a cada um e podem ser divulgados sem a interferência da Justiça Eleitoral.  

A campanha de Lula pediu que ele reconsiderasse e que o próprio tribunal buscasse as informações e divulgasse tudo ao mesmo tempo. Nesta sexta-feira (25), André Mendonça reforçou que não cabe ao TSE fiscalizar "desafios" nem garantir "acordos" que dependem só dá vontade de quem os propõe. Nas palavras do ministro, "quem quer abrir o sigilo, abre e publica, sem subterfúgios". Até agora, nenhum dos dois candidatos divulgou os dados. 

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