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JR 24H

MP pede afastamento de presidente interino do Rioprevidência por novos investimentos

Os promotores afirmam que o Rioprevidência continuou investindo recursos em instituições fora da lista autorizada

Boletim JR 24H|Do R7

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O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu o afastamento do presidente interino do fundo que administra as aposentadorias dos servidores do estado. Os promotores afirmam que o "Rioprevidência" continuou investindo recursos em instituições fora da lista autorizada, mesmo após o escândalo do Banco Master. 

Na ação, o MP cita o risco de perda de mais de R$ 1 bilhão ao fundo. O Rioprevidência já era investigado por aplicar R$ 970 milhões no Banco Master. Em fevereiro, o então presidente da autarquia à época das operações, Deivis Marcon Antunes, foi preso pela Polícia Federal. 

Segundo os promotores, a situação se agravou na gestão atual, sob comando do presidente interino Nicholas Cardoso. Mesmo após o escândalo, o fundo teria investido mais R$ 118 milhões em instituições não cadastradas, incluindo uma ligada ao banco. “O fato de não ser cadastrada quer dizer que o Rioprevidência não pode se relacionar com ela. Ponto. Porque gera um risco para o patrimônio”, afirmou o promotor Décio Alonso Gomes. 

A ação pede ainda a suspensão dos contratos e o bloqueio de bens dos investigados. O MP afirma que os investimentos contrariaram normas internas e colocam em risco o patrimônio de aposentados e pensionistas. Em nota, o Rioprevidência disse que cerca de R$ 100 milhões estavam aplicados em títulos públicos de baixo risco e não se misturam com recursos destinados ao pagamento de benefícios. 

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