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JR 24H

Primeiro dia de julgamento da tentativa de golpe é marcado por reforço das acusações da PGR

As defesas de Mauro Cid, Alexandre Ramagem, Almir Garnier e Anderson Torres pediram a absolvição dos réus

Boletim JR 24H|Do R7

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O primeiro dia de julgamento do chamado "núcleo crucial" da tentativa de golpe de estado foi marcado por recados do relator, Alexandre de Moraes, e pelo reforço das acusações da Procuradoria-Geral da República.  

Antes de ler o relatório com o resumo do processo, Moraes declarou que a impunidade não é uma opção para a pacificação do país e que o papel do STF é julgar com imparcialidade, sem deixar que ameaças internas ou externas possam interferir. 

Depois foi a vez do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que tratou de afastar a tese de que a tentativa de golpe não foi iniciada e afirmou que para configurar golpe, não é necessária uma assinatura do presidente.  

À tarde, os advogados de quatro dos oito réus se manifestaram. As defesas de Mauro Cid, Alexandre Ramagem, Almir Garnier e Anderson Torres pediram a absolvição dos réus. O dia também foi marcado por uma bronca da ministra Carmen Lúcia, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral, no advogado de Ramagem. Ela rebateu uma fala sobre o sistema eleitoral e lembrou que a eleição no Brasil é completamente auditável, mesmo sem voto impresso.  

O ex-presidente Jair Bolsonaro não compareceu à Corte. Esta é a primeira vez que um ex-presidente da República responde por uma tentativa de golpe de estado. 

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