JR ENTREVISTA: Rui Costa confirma saída da Casa Civil para disputar o Senado em 2026
Ministro deixa o cargo no fim de março e afirma que até 18 integrantes do governo devem disputar eleições
JR Entrevista|Do R7, em Brasília
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O convidado do JR ENTREVISTA desta segunda-feira (23) é o ministro da Casa Civil, Rui Costa. À jornalista Tainá Farfan, ele fala sobre sua saída do governo para disputar as eleições de 2026, a crise envolvendo o Banco Master, o preço dos combustíveis, a relação com caminhoneiros e o balanço de sua gestão à frente da pasta.
Durante a entrevista, Rui Costa confirmou que deixará o comando da Casa Civil no próximo dia 30 de março. Segundo ele, a data marcará uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para apresentação de um balanço da gestão e formalização da transição. O ministro afirmou que não será o único a sair: até 18 integrantes do governo devem deixar seus cargos para concorrer nas eleições de 2026.
Costa disse que pretende disputar uma das duas vagas ao Senado pela Bahia. Ao comentar o cenário político no estado, negou desgaste do PT e afirmou que a oposição perdeu força no interior. Ele também criticou a gestão da Prefeitura de Salvador nos últimos 16 anos, apontando falhas na oferta de creches e na educação infantil. Para o ministro, a campanha eleitoral deve se basear na comparação entre as ações do atual governo — como investimentos em habitação, crédito e prevenção de desastres — e os resultados da gestão anterior.
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Sobre a crise envolvendo o Banco Master, Rui Costa atribuiu a responsabilidade pela fiscalização ao Banco Central durante a gestão anterior. Ele afirmou que a autorização para a expansão da instituição financeira ocorreu após uma reversão de decisão em 2019, já sob a presidência de Roberto Campos Neto. Segundo o ministro, o banco cresceu rapidamente sem a devida supervisão.
Costa destacou que a identificação de irregularidades ocorreu já no atual governo, por iniciativa de Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Lula ao Banco Central. De acordo com ele, após a constatação de inconsistências nos balanços, foram determinadas auditorias e, posteriormente, a liquidação da instituição.
O ministro também comentou um encontro entre Lula e o empresário Daniel Vorcaro no Palácio do Planalto. Segundo Costa, reuniões com empresários são rotineiras e, na ocasião, o presidente teria deixado claro que o governo não promove perseguições, mas também não protege quem comete irregularidades.
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