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JR ENTREVISTA: Sarrubbo elogia novo ministro da Justiça e critica politização do debate sobre segurança

Secretário faz balanço da segurança pública e defende integração nacional contra o crime organizado

JR Entrevista|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mario Sarrubbo, secretário nacional de Segurança Pública, elogia novo ministro da Justiça e critica a politização no debate sobre segurança.
  • Ele destaca uma transição planejada após a saída de Ricardo Lewandowski, elogiando seu legado no setor.
  • Sarrubbo avalia positivamente sua passagem pelo cargo, mencionando que a maior parte do planejamento foi executada com entrega de políticas públicas.
  • Critica a Câmara dos Deputados por alterar o PL Antifacção e lamenta desvirtuamento da PEC da Segurança Pública, que perdeu sua proposta inicial de coordenação da União.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (15) é o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, ele faz um balanço sobre a sua atuação no cargo, a transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública e os principais desafios para consolidar uma política nacional de segurança baseada em integração, ciência e resultados concretos.

Ao comentar a saída do ex-ministro Ricardo Lewandowski, Sarrubbo afirmou que a transição foi planejada e não pegou a equipe de surpresa. De acordo com ele, Lewandowski já havia sinalizado que encerraria seu ciclo no início do ano, deixando um legado relevante tanto na justiça quanto na segurança pública.

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Ele elogiou a escolha de Wellington César Lima para substituir Lewandowski no ministério, demonstrando confiança na continuidade dos projetos e na renovação da equipe.

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secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo
Após saída de Lewandowski, Sarrubbo também deve deixar o governo Reprodução/RECORD - 15.1.2026

Sarrubbo deve deixar a pasta nas próximas semanas. Durante a entrevista, ele avaliou como positiva sua passagem pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, iniciada em 2024. Segundo Sarrubbo, entre 80% e 85% do planejamento traçado foi efetivamente executado, com políticas públicas entregues e em funcionamento.

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O secretário classificou o período como “riquíssimo”, destacando o aprendizado proporcionado pelo contato com as desigualdades regionais do país.

No campo legislativo, o secretário comentou a aprovação do PL Antifacção no Congresso. Ele criticou a Câmara dos Deputados por, segundo suas palavras, ter “desidratado” o texto original, transformando-o em uma “salada legislativa” que dificulta a aplicação prática da lei. Em contrapartida, elogiou as correções feitas posteriormente pelo Senado.

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Em relação à PEC da Segurança Pública, Sarrubbo afirmou que a proposta inicial buscava dar à União um papel de coordenação — e não de comando — especialmente para padronizar dados e boletins de ocorrência. Ele lamentou que a ideia tenha sido desvirtuada ao longo do debate e classificou a versão atual como um retrocesso em relação à própria lei do SUSP (Sistema Único de Segurança Pública).

O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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