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JR Entrevista: CPI para investigar atos extremistas não tem funcionalidade, diz Dino

O ministro da Justiça afirmou que a abertura da comissão implica na perda do foco principal de outros assuntos relevantes

JR Entrevista|Do R7

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou ao JR Entrevista que uma eventual Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os atos extremistas ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília, não tem funcionalidade, uma vez que há investigações no Poder Judiciário. "Estamos ponderando que isso vai implicar na perda do foco principal. Temos o arcabouço fiscal, âncora fiscal, por consequente a taxa de juros, a reforma tributária. E aí se instala uma CPI na Câmara [dos Deputados], CPI no Senado, vai ter palco de repetição do que já está sendo investigado e, inclusive, judicializado”, argumentou à jornalista Renata Varandas. O ministro também falou sobre a possibilidade de assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal, disputas nas próximas eleições,  a regulação das plataformas digitais, entre outros assuntos. Confira a íntegra.

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