Hospitais sem protocolos para antibióticos elevam risco de superbactérias
Estudo revela falta de diretrizes em hospitais e aumento das infecções resistentes
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Uma pesquisa do IQG (Instituto Qualisa de Gestão), em parceria com a SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) revela que um em cada cinco hospitais não possui protocolos para ajustar as doses de antibióticos prescritos aos pacientes, resultando no uso inadequado desses medicamentos. Essa situação contribui para o crescimento das chamadas superbactérias, responsáveis por milhares de mortes anualmente no Brasil.
O estudo realizado em 104 hospitais mostra que quase 90% deles administram antibióticos por tentativa e erro, sem embasamento científico. A falta de diretrizes claras para dosagem adequada é crítica, especialmente em unidades hospitalares onde antibióticos potentes são frequentemente prescritos.
A resistência antimicrobiana é uma preocupação crescente e já é considerada uma crise silenciosa pela Organização Mundial da Saúde, com potencial para superar o câncer em número de mortes até 2050. A conscientização sobre o uso correto dos antibióticos é essencial para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e mitigar a crise das infecções resistentes.
Qual a principal descoberta da pesquisa da Sociedade Brasileira de Infectologia sobre o uso de antibióticos em hospitais?
A pesquisa revelou que um em cada cinco hospitais não possui protocolos para ajustar as doses de antibióticos prescritos, resultando em uso inadequado desses medicamentos.
Como os hospitais administram os antibióticos na falta de diretrizes claras?
Quase 90% dos hospitais administram antibióticos por tentativa e erro, sem embasamento científico.
Qual é a consequência do uso inadequado de antibióticos, segundo o estudo?
O uso inadequado de antibióticos contribui para o crescimento das superbactérias, responsáveis por milhares de mortes anualmente no Brasil.
Quais são as implicações da resistência antimicrobiana e como ela é vista pela OMS?
A resistência antimicrobiana é uma preocupação crescente e é considerada uma crise silenciosa pela Organização Mundial da Saúde, com potencial para superar o câncer em número de mortes até 2050.
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