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Advogado com nanismo reprova em teste físico para delegado em MG e pede adaptação da prova

A Procuradoria do Estado defendeu que as provas deveriam considerar adaptações razoáveis conforme previsto na Lei Brasileira de Inclusão

JR na TV|Do R7

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UM advogado com nanismo foi reprovado no teste físico do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais e alegou discriminação. Matheus Matos sonha em seguir carreira como delegado desde que ingressou na faculdade de Direito. Após cinco tentativas entre concursos da Polícia Civil e da Polícia Federal, ele passou nas provas objetiva, discursiva e oral do processo seletivo mineiro. Contudo, foi eliminado na etapa física por não alcançar a distância mínima exigida nos saltos.


O candidato deveria ter saltado 1,65 m — mesma medida aplicada aos demais concorrentes — apesar de sua altura ser 1,23 m. Ele afirmou que essa exigência era humanamente impossível para alguém com sua condição física. A Procuradoria do Estado defendeu que as provas deveriam considerar adaptações razoáveis conforme previsto na Lei Brasileira de Inclusão (LBI), sugerindo ajustes específicos para candidatos com deficiência.


O Instituto Nacional de Nanismo repudiou a eliminação de Matheus enquanto a Fundação Getúlio Vargas e a Polícia Civil justificaram o resultado afirmando que os testes biofísicos são aplicados há anos para avaliar qualificações policiais adequadas.

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