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Alta do petróleo obriga governos asiáticos a adotar medidas contra crise de abastecimento

O governo anunciou uma semana de trabalho de quatro dias para reduzir o consumo de energia entre 10 e 20%

JR na TV|Do R7

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A alta das cotações de petróleo já obriga os governos asiáticos a adotarem medidas emergenciais para evitar uma crise de abastecimento. Nas Filipinas, a rotina da população mudou. O governo anunciou uma semana de trabalho de quatro dias para reduzir o consumo de energia entre 10 e 20%.  

Parte da produção de energia depende de usinas termelétricas a diesel. Trabalhadores também passaram a receber um auxílio equivalente a R$ 450 (5 mil pesos) para enfrentar a alta do preço do combustível. O barril tipo Brent, que é referência internacional, oscilou entre os US$ 100, mais de R$ 510.  

Na Índia, o governo conseguiu liberar a passagem de um navio pelo Estreito de Hormuz, carregado com 92 mil toneladas de gás liquefeito. Um alívio para pescadores que já não conseguiam sair para o mar por causa do alto custo do combustível. Já a China pediu o fim das ações militares no Oriente Médio para evitar novos impactos na economia global. O presidente americano Donald Trump adiou a visita ao país por cinco ou seis semanas por causa do conflito.  

No Japão, o governo começou a liberar as reservas estratégicas: cerca de 80 milhões de barris de petróleo, o equivalente a 45 dias de consumo. Mesmo assim, os combustíveis já começaram a ficar mais caros. A primeira-ministra, Sanae Takaichi, ainda não decidiu sobre o envio de navios militares ao Estreito de Ormuz. A Coreia do Sul segue na mesma linha e mantém uma posição de cautela em relação a um possível envolvimento militar no conflito. 

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