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Alterações no clima devem aumentar mortes por ondas de calor, segundo projeção da USP

Segundo o estudo, crianças e idosos são os mais vulneráveis

JR na TV|Do R7

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As alterações climáticas devem aumentar o número de mortes relacionadas às ondas de calor. O Brasil está entre os países que mais podem ser afetados. É o que mostra uma projeção feita pela Faculdade de Medicina da USP. Diagnosticada com hipertensão arterial pulmonar, Débora sente cansaço excessivo na maioria das atividades.  

No calor, os sintomas pioram: "Se eu sei, por exemplo, que está vindo uma onda de calor, eu preciso mudar completamente a minha rotina". O estudo da Faculdade de Medicina da USP em parceria com instituições de países da América Latina projeta que, entre 2045 e 2054, a proporção de mortes causadas pelo calor deve mais que dobrar: o percentual deve passar de 0,87% para 2,06%.  

A pesquisa analisou dados de mortalidade e projeções climáticas em 326 cidades do Brasil, Argentina, Chile, Peru, México, El Salvador, Costa Rica, Guatemala e Panamá. Entre as capitais brasileiras estão São Paulo e Rio de Janeiro. O Brasil apresenta, comparado com esses outros oito países, ele apresenta as piores taxas, as maiores taxas de mortalidade devido ao calor.  

Cidades cada vez mais concretadas, com menos áreas verdes e o calor extremo que ameaça, mas que não atinge todo mundo da mesma forma. Segundo o estudo, crianças e idosos são os mais vulneráveis. As desigualdades sociais também têm impacto. Estudos mostram que existe uma variação de até 15 graus nas temperaturas entre comunidades e bairros. 


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