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Brasileiros com Parkinson que têm auxílio-doença negado pelo INSS podem recorrer à Justiça

Segundo o Ministério da Previdência Social, mais de seis mil benefícios por incapacidade foram concedidos a pacientes com Parkinson em 2025

JR na TV|Do R7

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Muitos brasileiros com Parkinson buscam auxílio-doença no INSS, mas têm o benefício negado quando a perícia não reconhece a incapacidade para o trabalho. Mesmo com esse laudo, os pacientes que consideram não ter condições de continuar no serviço podem recorrer à Justiça. Apesar das limitações da doença de Parkinson, José Carlos faz o que pode para ajudar a esposa na borracharia da família. Ele se cansa rápido e o corpo não acompanha todos os movimentos.  

Em 2021, a perícia não constatou a incapacidade para o trabalho e, por isso, o auxílio-doença foi negado. Cinco anos depois, José entrou com um novo pedido de perícia. Agora espera ser chamado pelo INSS. O Parkinson é uma doença degenerativa que afeta o sistema nervoso central. Provoca tremores nos movimentos e rigidez muscular, entre outros sintomas.  

Para Rodolfo Ramer, especialista em direito previdenciário, o perito do INSS analisa se a doença impede que a pessoa trabalhe, para decidir se vai conceder o benefício ou não. Segundo o Ministério da Previdência Social, mais de seis mil benefícios por incapacidade foram concedidos a pacientes com Parkinson em 2025. Alta de 29% em relação ao ano anterior. Para ter direito ao benefício, o segurado precisa passar por perícia médica.  

O diagnóstico só é registrado no sistema após essa etapa. O prazo para a definição é incerto e é nesse processo que muitos pacientes ficam de fora das estatísticas, à espera de uma resposta. Quem tem o benefício negado pode recorrer da decisão. 


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