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Confira como foi a sexta-feira (16) dos candidatos à Presidência da República

Flávio Bolsonaro passou o dia no Rio de Janeiro sem agenda pública, e Lula participou da promulgação do fim da escala de trabalho

JR na TV|Do R7

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O senador Flávio Bolsonaro, do PL, passou o dia no Rio de Janeiro sem agenda pública. Nas redes sociais, ele voltou a colocar a segurança pública como prioridade de um eventual governo. O senador disse que vai atuar para recuperar o controle de territórios dominados pelo crime. 

A campanha vai continuar insistindo no debate público sobre a redução da maioridade penal. Na avaliação de pesquisas internas, a grande maioria do eleitorado é favorável a essa medida. A base alinhada a Flávio no Congresso quer incluir uma proposta nesse sentido na PEC da segurança pública, em tramitação no Senado. 

Na última quinta-feira (15), em uma transmissão ao vivo pela internet, o candidato defendeu a redução da maioridade para 14 anos no caso de crimes graves. Na economia, Flávio diz que vai estimular a qualificação dos trabalhadores. 

Neste sábado (17), Flávio Bolsonaro faz campanha em Vitória, no Espírito Santo, pela manhã e em Salvador, à tarde. O candidato quer tentar reduzir a vantagem do presidente Lula entre os eleitores baianos. 

Pela manhã, o presidente Lula, candidato pelo PT à reeleição, participou da promulgação do fim da escala de trabalho seis por um no Congresso. Depois, seguiu para Juiz de Fora, em Minas Gerais, e voltou a falar do assunto. Lula voltou a pedir para que as pessoas compareçam às urnas no segundo turno. 

Minas Gerais virou um dos principais focos da campanha de Lula para tentar reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro. A equipe do presidente estabeleceu metas de recuperação de votos nos 853 municípios. 

Em Ipatinga, o objetivo é recuperar apoio no Vale do Aço, região que já foi um reduto petista. Na disputa pela pauta da segurança pública, Lula também passou a defender a redução da maioridade penal para 16 anos para crimes hediondos. À noite, o candidato retornou a Brasília. 

Nesta sexta (16), a Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e Whatsapp, disse que "uma lacuna específica nas proteções" levou a ferramenta de inteligência artificial da empresa a se negar a elaborar materiais de campanha para o candidato à reeleição. Afirmou, ainda, que não dá tratamento preferencial a qualquer lado.

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