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Copa do Mundo: longas distâncias entre cidades-sede aumentam emissão de gases poluentes

Viagens podem gerar até 7,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono

JR na TV|Do R7

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A Copa do Mundo de 2026 está prevista para ser um dos maiores eventos esportivos em termos de impacto ambiental. Com jogos distribuídos entre Canadá, Estados Unidos e México, os torcedores enfrentarão longas distâncias que podem resultar na emissão significativa de gases responsáveis pelo efeito estufa. Estima-se que o evento possa gerar até 7,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono.


Os cálculos foram realizados por uma empresa especializada em medir emissões e indicam que as viagens aéreas serão responsáveis por cerca de 87% das emissões totais durante o torneio. Este número é mais que o dobro do registrado na edição anterior da Copa no Catar, onde os estádios estavam localizados próximos uns aos outros.


Além das viagens dos torcedores e seleções participantes, fatores como consumo energético nos estádios, hospedagem e logística também contribuem para as emissões totais. No entanto, nenhum desses elementos se compara ao impacto causado pelos voos necessários para cobrir as grandes distâncias entre as cidades-sede.


O desafio agora será encontrar maneiras eficazes para mitigar esses impactos ambientais enquanto se mantém a paixão global pelo futebol viva durante este grandioso evento internacional.




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