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Estudo da UNICEF revela que punição física ou agressão psicológica contra crianças ainda persiste

O estudo sobre o uso das palmadas na educação dos filhos ouviu mais de 200 pais em Manaus, Recife e Rio de Janeiro

JR na TV|Do R7

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Um estudo divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Unicef, revela que a punição física ou agressão psicológica contra crianças ainda persiste. O estudo sobre o uso das palmadas na educação dos filhos ouviu mais de 200 pais em Manaus, Recife e Rio de Janeiro. 

Não é um retrato estatístico, mas ajuda a entender por que a prática ainda resiste no país. O tapa quase sempre vem depois da conversa que não funcionou e no momento de estresse.  

O estudo revela que a palmada, usada como forma de correção, é uma herança cultural que segue atravessando gerações no Brasil. Mesmo 12 anos depois da lei que proíbe o castigo físico contra crianças e adolescentes, os entrevistados raramente tinham dúvidas sobre a decisão de bater ou não nos filhos. 

A principal questão era qual seria o limite do aceitável. Para o Unicef, a intensidade do tapa não ameniza os efeitos negativos.

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