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Filhos que sofrem abandono afetivo podem pedir indenização na Justiça

A omissão dos pais ou responsáveis no dever de garantir o sustento, o cuidado emocional e a convivência familiar podem gerar consequências legais

JR na TV|Do R7

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Há quase seis meses, a lei do abandono afetivo começou a mudar a realidade de brasileiros que cresceram sem a presença do pai ou da mãe, não por distância, mas por omissão no cuidado e na convivência. Agora, filhos que sofreram esse tipo de abandono podem recorrer à Justiça e pedir indenização pelos danos emocionais.  

Foi ao lado do Seu Walter que a Sandra descobriu o que é o amor paterno. O pai biológico a abandonou ainda bebê. O que aconteceu com a Sandra tem nome: abandono afetivo. Segundo uma lei, de autoria do deputado federal Marcelo Crivella, do Republicanos, a omissão dos pais ou responsáveis no dever de garantir o sustento, o cuidado emocional e a convivência familiar podem gerar consequências legais, como o pagamento de indenização.  

Antigamente, as histórias de abandono afetivo dependiam de uma interpretação ampla na Justiça, mas desde que foi sancionada há quase seis meses, a lei tem sido vista por especialistas como um avanço que dá mais segurança nos processos judiciais. 

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