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Fontes no governo dizem que intenção é não politizar carta que 'parece sem fundamento na realidade'

Carta contestando eleição passa por reedições e é desconsiderada pelo governo

JR na TV|Do R7

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Ainda não há posição do governo brasileiro sobre a carta de Flávio Bolsonaro. Fontes do governo dizem que a intenção é não politizar um documento que parece completamente sem fundamento na realidade. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comandado por um ministro indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Bolsonaro, reconheceu o resultado da eleição poucas horas depois da votação. Os partidos políticos, incluindo o PL, de Flávio Bolsonaro, também reconheceram o resultado. Governadores da oposição, como Tarcísio de Freitas, de São Paulo, fizeram o mesmo. 

Desde que foi publicada, a carta passou por três reedições. Na primeira versão, o nome do país estava escrito incorretamente: “Brazil”, com Z, em vez de “Brasil”, com S, como é em português. 

Na segunda versão, o nome foi corrigido. A expressão “Estados Unidos do Brazil” deu lugar a “República Federativa do Brasil”. 

Na terceira reedição, Flávio Bolsonaro deixou de se apresentar como “verdadeiro presidente eleito do Brasil” e passou a se nomear “líder do Brasil”. 


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