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Gabriel Galípolo diz em audiência no Senado que o Banco Central 'agiu corretamente' no caso Master

Segundo Galípolo, a instituição avaliou que o banco de Daniel Vorcaro oferecia baixo risco ao sistema financeiro

JR na TV|Do R7

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira (19) que o BC agiu corretamente no caso Master. Segundo Galípolo, a instituição avaliou que o banco de Daniel Vorcaro oferecia baixo risco ao sistema financeiro. As declarações foram dadas em audiência no senado. 

Galípolo falou aos senadores que integram a comissão de assuntos econômicos da casa. O presidente do BC afirmou que o Banco Master era relativamente pequeno para oferecer risco ao sistema financeiro. “O que está consternando as pessoas, vejam, ele é um banco s3, ele é um banco, como eu já disse para explicar para as pessoas, espero que os outros bancos s3 não se ofendam, da terceira divisão do futebol que é o sistema financeiro brasileiro. Ele é um banco que não oferece risco sistêmico, é menos de 0,5%. E o que tem chamado a atenção das pessoas é o que se fazia com o dinheiro que estava no Banco Master”, diz Galipolo.  

Galípolo confirmou que houve uma reunião em dezembro de 2024 entre o presidente Lula e Vorcaro. Ele reafirmou que Lula o orientou a tratar o tema de forma técnica, depois que o ex-banqueiro relatou uma suposta perseguição do sistema financeiro, antes de a fraude do master ser exposta. 

O presidente do Banco Central lamentou o afastamento de servidores por envolvimento no caso, o que considerou gravíssimo, mas defendeu a autonomia da autoridade monetária e afirmou que a instituição não vai se curvar às vontades de políticos. 

O presidente do Banco Central defendeu a autonomia da autoridade monetária e afirmou que a instituição não vai se curvar às vontades de políticos. Galípolo relatou aos senadores que anseia pela aprovação da proposta de emenda à Constituição que amplia a autonomia do banco. 

Se a PEC for aprovada, a autoridade monetária terá maior liberdade administrativa, orçamento próprio e menor dependência do Tesouro Nacional. A proposta está prevista para ser debatida nesta quarta-feira (20) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

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