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Guerra no Oriente Médio completa um mês com novos bombardeios e entrada do grupo houthis

Irã intensifica ofensivas e tensão na região aumenta com novos bombardeios

JR na TV|Do R7

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A guerra no Oriente Médio completa um mês com novos bombardeios em diferentes países da região. Hoje, o grupo houthis, do Iêmen, entrou no conflito ao atacar Israel. O míssil lançado pelos terroristas, aliados do Irã, foi interceptado pela defesa aérea israelense. Os houthis afirmaram que vão manter a ofensiva. Durante o conflito entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, o grupo já havia apoiado ações contra embarcações no Mar Vermelho. 

Israel também foi atingido por ataques lançados a partir do Irã. Um míssil caiu em área residencial no centro do país, deixando onze feridos, e outro bombardeio matou uma pessoa em Tel Aviv. O Irã ainda atingiu uma base na Arábia Saudita, ferindo 12 militares americanos, e lançou drones contra um navio dos Estados Unidos em Omã. Em resposta, Israel atacou instalações do governo iraniano em Teerã. 

A tensão se espalha pela região, com reforço militar na fronteira com o Líbano e ataques contra alvos ligados ao Hezbollah, que deixaram três jornalistas mortos. Os Estados Unidos enviaram o porta-aviões USS Tripoli ao Oriente Médio, enquanto o presidente Donald Trump descartou uma operação terrestre contra o Irã. Em meio a negociações, protestos contra a guerra reuniram milhares de pessoas nos EUA e em Israel. 

Nas primeiras 24 horas da guerra, há exatamente um mês, as forças americanas atacaram mais de mil alvos no Irã, enquanto a força aérea israelense atingiu outros 750. A operação mirou autoridades do regime dos aiatolás, incluindo o líder supremo Ali Khamenei. Dezoito dias depois (17 de março), também foi morto Ali Larijani, chefe do conselho de segurança. O novo líder, Mojtaba Khamenei, foi ferido e não aparece em público desde que assumiu, há três semanas (8 de março). O presidente Donald Trump afirmou que a ofensiva ocorreu após tentativa do Irã de reconstruir instalações nucleares. 

Em resposta, o Irã atacou Israel com mísseis de fragmentação, que feriram civis, principalmente em Tel Aviv. Bases e embaixadas americanas também foram atingidas no Oriente Médio. O estreito de Ormuz virou foco de tensão após tentativas de bloqueio por Teerã, afetando o comércio global e pressionando o petróleo. O Hezbollah intensificou ataques, e Israel criou uma zona de segurança na fronteira com o Líbano. 

Moradores de Tel Aviv enfrentam restrições, com escolas fechadas, transporte reduzido e voos cancelados. A saída do país ocorre por vias terrestres, como Egito e Jordânia. Especialistas avaliam que, apesar das tentativas de cessar-fogo, não há perspectiva de um fim rápido para o conflito. 


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