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Inflação de março é afetada por guerra no Oriente Médio

A alta dos combustíveis e alimentos contribui para aumento da inflação em março

JR na TV|Do R7

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A inflação de março já repercutiu a guerra no Oriente Médio, com a alta dos combustíveis pressionando o índice de 0,88% no mês. O aumento do preço da gasolina foi de 4,59%, enquanto o diesel subiu 13,9%, refletindo o impacto do petróleo no mercado internacional. 

O encarecimento dos combustíveis vai além do abastecimento e afeta toda a economia. “Isso vai parar no dia a dia das famílias. Os fretes ficam mais caros, o transporte das mercadorias”, explicou o economista Joelson Sampaio. Consumidores também relatam dificuldades: “Tem que ser aos poucos. No valor que está”. 

Além disso, os alimentos e bebidas também subiram, com destaque para tomate (20,31%), cebola (17,24%) e batata (12,17%). Com isso, a inflação acelerou em relação a fevereiro (0,70%) e registrou a maior taxa para março desde 2022. No acumulado de 12 meses, o índice passou de 3,81% para 4,14%, ainda dentro da meta de 4,5%. 

Especialistas apontam que a incerteza sobre o conflito dificulta previsões. “A gente voltou a ficar um pouco mais próximo do limite superior”, afirmou a economista Juliana Inhasz. O cenário também impacta os juros: após cortes recentes na Selic, a tendência é de redução mais lenta. “Esse conflito trouxe uma mudança de trajetória”, disse Sampaio. 


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