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Irã mantém controle do estreito de Ormuz e ameaça atacar navios de países que apoiam Israel e os EUA

O Irã afirma que o estreito de Ormuz está aberto para países aliados e só há restrição para embarcações inimigas ligadas a Israel e aos Estados Unidos

JR na TV|Do R7

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O Irã mantém o controle do estreito de Ormuz e ameaça atacar navios de países que apoiam Israel e os Estados Unidos. O confronto mantém o preço do petróleo instável em todo o mundo. O Irã afirma que o estreito de Ormuz está aberto para países aliados e só há restrição para embarcações inimigas ligadas a Israel e aos Estados Unidos. O país tem capacidade militar para atacar e bloquear a passagem de navios.  

O estreito de Ormuz tem 33 quilômetros de largura no ponto mais estreito, mas o canal de navegação é bem menor: são duas faixas de aproximadamente 3 quilômetros em cada sentido. O Irã tem cobrado uma espécie de pedágio para liberar a travessia e exige dados da tripulação. O ministro das finanças da França, Roland Lescure, afirmou que 40% da capacidade de refino do Golfo Pérsico foi afetada.  

No Catar, a recuperação pode levar até três anos. Segundo empresas do setor do petróleo, se o estreito de Ormuz não for reaberto logo, a Europa pode sofrer com a escassez de combustível já no mês que vem. Na Ásia, a situação também é crítica. Hoje, o Japão pediu uma liberação adicional das reservas mundiais de petróleo. 45 navios ligados ao Japão estão retidos no Golfo Pérsico.  

Nas Filipinas, o presidente declarou emergência energética nacional. O preço do barril de petróleo ficou em torno dos US$ 100 nesta quarta-feira (25). O secretário-geral da ONU pediu o fim do confronto, que provoca prejuízos humanitários e econômicos, disse Antonio Guterres. 

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