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Operação contra Banco Master joga pressão sobre Jaques Wagner e repercute entre aliados e opositores

Investigação sobre Jacques Wagner levanta discussões sobre presunção de inocência

JR na TV|Do R7

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Alvo da nona fase da operação Compliance Zero nesta quinta-feira (18), o senador Jaques Wagner é uma liderança importante dentro do PT e um amigo pessoal do presidente Lula. A operação repercutiu ao longo do dia entre aliados e a oposição. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, foi um dos primeiros a falar: "Ninguém neste país pode ser condenado antes do trânsito em julgado de um processo. Todos também têm que ter a presunção da inocência." 

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) também defendeu mais apurações: "Nós sabíamos desde o início que o gênesis do Banco Master começa no PT da Bahia. Mas há presunção de inocência, vamos aguardar o desdobramento da operação." 

A operação aumentou a pressão política sobre um dos principais articuladores de Lula no Congresso. Interlocutores do governo admitem que o caso tem potencial para ampliar o desgaste de Jaques Wagner, mas afirmam que uma troca na liderança não está em discussão. A avaliação é que o momento exige cautela e que é preciso aguardar o avanço das investigações antes de qualquer decisão política. 

Em nota, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido tem "confiança que o Jaques Wagner esclarecerá todos os fatos, comprovando a sua inocência". 


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