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Parentes da soldado Gisele pedem em abaixo-assinado que a PM expulse o tenente-coronel Geraldo Neto

Caso de 2023 ainda aguarda laudos

JR na TV|Do R7

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Parentes da soldado Gisele Santana organizam um abaixo-assinado para que a Polícia Militar expulse o tenente-coronel Geraldo Neto, da corporação. O oficial é réu por feminicídio e está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na capital. A investigação prossegue e ainda aguarda laudos periciais, enquanto a Corregedoria da PM também apura o caso. 

“A Justiça Militar tende a andar, sim, um pouco mais rápido. Por quê? Porque o feminicídio, sendo o Tribunal do Júri, é um processo mais complexo, com duas etapas”, afirmou o especialista em direito militar Fernando Capano. Amigas e familiares de Gisele, morta em fevereiro, defendem a expulsão do oficial. “A expulsão é o ponto máximo de responsabilização dentro da instituição”, disse Cynthia Ornellas. 

Segundo Capano, no entanto, “eu acredito, sinceramente, que um abaixo-assinado dessa natureza, a rigor, não teria grande peso”. A ficha funcional do tenente-coronel tem 220 páginas, com 110 elogios e cinco punições disciplinares. Em 2001, duas mulheres o acusaram de agressão, mas o caso foi arquivado. 

Em depoimento, Geraldo Neto negou irregularidades. “Eu, com meus 35 anos de polícia, sei que só tem duas pessoas dentro do apartamento e uma se suicida, já começa a recair sobre a outra algum tipo de suspeita. Então, a minha primeira reação foi abrir a porta e deixar totalmente transparente qualquer coisa que estava acontecendo aqui. Eu nunca fui bandido, eu sempre salvei vidas, prendi criminosos. Eu nunca fui bandido.” 


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