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Pichadores vandalizam imóveis e ostentam crimes nas redes sociais

Vandalismo urbano gera custos elevados, poluição visual e furtos

JR na TV|Do R7

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A prática de pichação continua a desafiar as autoridades em São Paulo, gerando altos custos para proprietários e cofres públicos. Apesar de ser considerada crime ambiental com penalidades que incluem multas de até R$ 10 mil e possíveis penas de prisão por um ano, os pichadores seguem atuando principalmente à noite. Eles registram suas ações nas redes sociais como forma de exibicionismo.


Recentemente, um prédio comercial no centro da cidade foi alvo dos vândalos duas vezes em uma semana. Luiz Carlos, síndico do edifício construído há 70 anos, ainda não calculou o prejuízo causado pelas invasões. O empresário Agnaldo também sofreu com a ação criminosa ao ter seu celular furtado durante uma dessas incursões.


A prefeitura tem investido na recuperação das áreas afetadas pela pichação; no último ano foram restaurados mais de 2,5 milhões de metros quadrados em prédios públicos. Este ano já são quase 1,5 milhão recuperados. Segundo especialistas como arquitetos locais, esses recursos poderiam beneficiar outras áreas da cidade se não fossem destinados à revitalização causada pelo vandalismo.


O impacto visual negativo é evidente para quem circula pela cidade ou trabalha nos edifícios atingidos. A pichação é vista como uma agressão tanto ao meio ambiente quanto ao patrimônio histórico tombado da capital paulista.

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