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Polícia descobre quem operava e lavava dinheiro de roubos de aliança e correntinhas em SP

Operação resulta na prisão de um homem e bloqueio de R$ 374 milhões em bens relacionados ao crime

JR na TV|Do R7

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A polícia descobriu quem operava e lavava o dinheiro dos roubos de alianças e correntinhas em São Paulo. Um homem foi preso, e a Justiça determinou o bloqueio de R$ 374 milhões em bens da quadrilha. Segundo as investigações, o ouro roubado nas ruas e em joalherias pode ter movimentado esse valor. Na terceira fase da Operação Reverso, foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão, e uma loja foi interditada. 

De acordo com o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, o estabelecimento já havia sido alvo de uma apreensão há cerca de dois meses, mas voltou a funcionar. Relógios e joias foram apreendidos nesta nova etapa. Segundo o delegado Fernando David, alguns estabelecimentos alegavam prestar serviços, como conserto de joias, mas, na verdade, recebiam produtos de origem criminosa. Muitas peças chegavam danificadas após serem arrancadas das vítimas durante os roubos. 

Nas duas fases anteriores da operação, os alvos foram ladrões e receptadores, responsáveis por comprar e revender os produtos roubados. Agora, os investigadores identificaram os suspeitos de atuar na lavagem do dinheiro da organização criminosa. 

O esquema usava empresas de fachada e laranjas para transferir os recursos por diversas contas e dificultar o rastreamento do dinheiro. Segundo o diretor do Departamento de Investigações Criminais, Ronaldo Sayeg, mercadorias sem nota fiscal de entrada são consideradas ilegais e podem ser apreendidas. 

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