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Renan Santos propõe ampliar patrulhas e endurecer penas contra violência à mulher

Candidato defendeu uso de tecnologia, manutenção de delegacias especializadas e fim da progressão de pena para crimes violentos

JR na TV|Do R7

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Renan Santos disse, em entrevista exclusiva ao Jornal da Record, que pretende enfrentar a violência contra a mulher com aumento de penas e uso de tecnologia. O candidato à Presidência da República pelo Missão citou as cabines lilás e a Patrulha Maria da Penha como referências e defendeu a expansão dessas iniciativas para municípios com maior incidência de violência.


Segundo Renan, recursos de geolocalização poderiam ajudar a identificar a aproximação de agressores e acionar as forças de segurança. Ele também defendeu a instalação de câmeras nas cidades e o fim da progressão de pena para condenados por crimes violentos. “Crime violento no Brasil não pode mais ter progressão. A progressão está matando a justiça brasileira”, afirmou.


Questionado sobre as Delegacias da Mulher, Renan descartou acabar com essas unidades. “De maneira alguma. Elas têm uma função social”, disse. Ele defendeu ainda a presença de delegacias especializadas em comunidades e áreas dominadas pelo crime organizado, onde, segundo o candidato, vítimas podem deixar de denunciar agressões por medo de integrantes de facções.


Renan também voltou a defender o que chama de “Nuremberg das favelas”, proposta para investigar e julgar crimes que, segundo ele, permaneceram sem denúncia em áreas dominadas pelo crime. “Esse Nuremberg vai pegar a violência que aconteceu e foi silenciada e tornar pública.”

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