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RJ: número de denúncias de linha chilena e cerol disparam após causar mais vítimas

Aumento das denúncias destaca perigo do material cortante proibido por lei

JR na TV|Do R7

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As denúncias sobre o uso de linha chilena e cerol mais que dobraram no estado do Rio de Janeiro. O material cortante, usado para empinar pipa, é proibido por lei, mas continua fazendo vítimas. Uma câmera de segurança registrou a queda do motociclista Leandro Rezende Cardoso, de 45 anos, que voltava para casa quando foi atingido por uma linha chilena. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O corpo do administrador foi enterrado neste sábado. 

A linha chilena é ainda mais cortante que o cerol, pois contém vidro moído, pó de ferro e óxido de alumínio, substâncias usadas em lixas industriais. A venda e o uso são proibidos no Rio de Janeiro e em outros estados, com pena de três meses a um ano de prisão, podendo aumentar em caso de feridos ou morte. 

As denúncias cresceram de 561 registros em 2024 para 1.203 em 2025. Só nos três primeiros meses de 2026, já foram contabilizados 110 casos. A Polícia Civil investiga de quem era a linha que matou Leandro, que deixou uma filha de 15 anos. 


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