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Água sem condição para tratamento reduz nível de reservatório da Copasa

Empresa reduziu em 0,98% capacidade do Rio Manso; reservatório opera com 44,38%

Minas Gerais|Do R7

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Copasa trabalha com possibilidade de mananciais secos até agosto
Copasa trabalha com possibilidade de mananciais secos até agosto

A situação dos reservatórios de água que abastecem a região metropolitana de Belo Horizonte é ainda pior do que já se sabia. Em comunicado na tarde desta quarta-feira (28), a Copasa afirma que o reservatório do Rio Manso não tem toda a capacidade disponível para distribuição.

Com isso, o nível foi atualizado para 44,38%, queda em relação aos 44,83% registrados na terça-feira (27), mesmo com a chuva que atingiu a Grande BH nas últimas horas.


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Técnicos da Copasa apontaram que o nível é 0,98% menor que o esperado, já que "o volume localizado no fundo da barragem não tem qualidade para o tratamento por conter resíduos sólidos presentes no solo". Isso deixa parte da água inviável para captação.


O governador Fernando Pimentel (PT), em reunião com a presidente Dilma Rousseff, nesta quarta-feira (28), admitiu que Minas pode viver período de racionamento severo. A meta de economia é de 30% para cada consumidor, segundo a Copasa.

— Vai chover um pouco, podemos aumentar a captação mesmo sem essa obra e o consumo vai cair. Colocamos essa meta de 30% [de economia], que é uma meta factível e que nos permite vislumbrar atravessar o ano sem medidas drásticas, mas se isso não acontecer, vamos para o rodízio e para o racionamento.


Grande BH

A região metropolitana, que comporta 5,7 milhões de habitantes, é abastecida pelo Sistema Paraopeba. Ele é formado por três reservatórios: Rio Manso (44,38% da capacidade), Serra Azul (5,89%) e Vargem das Flores (28,51%). O Rio das Velhas tem captação em 25,05 m³.

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