Câmara de BH recebe sugestões da população e se prepara para votar orçamento de 2026
Tramitação do projeto segue para uma nova etapa; vereadores apresentaram emendas e Plenário vai decidir metas e prioridades de gastos de BH em 2026
Minas Gerais|Conteúdo Patrocinado
RESUMO DA NOTÍCIA
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A Câmara Municipal de Belo Horizonte se prepara para votar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que dita em quais áreas os recursos públicos devem ser investidos em 2026. Na elaboração do PL (Projeto de Lei), o Legislativo municipal recebeu 224 propostas da população com sugestões que contemplam diversas áreas.
“Foram apresentadas diversas solicitações, como a redução das filas do SUS, o reforço da presença da Guarda Municipal em áreas comerciais, a ampliação do acesso a próteses dentárias, a oferta de atividades esportivas para pessoas em sofrimento psíquico, entre outras demandas importantes”, informou a Câmara Municipal.
Com o recebimento das sugestões da população, a tramitação do projeto segue para uma nova etapa. Os vereadores apresentaram emendas e agora o texto será analisado e votado em Plenário. Todo o processo pode ser acompanhado no site da Câmara Municipal.
Lei de Diretrizes Orçamentárias
A Lei de Diretrizes Orçamentárias define como e em quais áreas a Prefeitura de Belo Horizonte deve investir os recursos públicos. Ela é aprovada no ano anterior à utilização dos valores. A LDO estabelece prioridades e define metas para áreas como saúde, educação, mobilidade e segurança.
As sugestões da população foram enviadas tanto pelos cidadãos quanto pelas organizações civis.
“O salto no número de sugestões é um marco: em 2024 foram apenas 30. Em 2025, mais de sete vezes isso. Isso mostra que a população respondeu ao chamado e está cada vez mais engajada nas decisões que moldam o futuro da cidade”, destacou a Câmara.
De acordo com o Legislativo, das 224 propostas recebidas da população, 17 foram transformadas em emendas que foram integradas ao projeto original da LDO e agora seguem para votação.
Outras 194 foram enviadas como indicações formais ao Executivo municipal, com o destaque de que são pedidos da população belo-horizontina. Ainda de acordo com a instituição, as 13 restantes não foram utilizadas por razões técnicas ou legais.
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