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Construtora vai devolver R$42,7 milhões por fraude em obras na Cidade Administrativa

Valor terá que ser pago pela construtora Coesa, em 19 parcelas anuais; empresa procurou por conta própria os órgãos do governo 

Minas Gerais|Helen Oliveira, da Record TV Minas

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Fraude ocorreu na construção da Cidade Administrativa
Fraude ocorreu na construção da Cidade Administrativa

A construtora Coesa, antiga OAS, vai devolver R$42,7 milhões aos cofres públicos por dano moral coletivo. O acordo de leniência entre a CGE (Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais), a AGE (Advocacia-Geral do Estado), o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) e a empresa é para para devolver recursos aos cofres públicos, após a identificação de fraude em licitação durante a construção da Cidade Administrativa entre 2008 e 2010, em contratos com a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).

Segundo informações repassadas pelos órgãos em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (7), foi a própria construtora que procurou o governo para delatar a corrupção e fazer um acordo.


A quantia de R$ 42 milhões será dividida em 19 parcelas anuais. A investigação de fraudes envolvendo a construção da Cidade Administrativa segue em andamento. A sede do Governo de Minas Gerais foi inaugurada em março de 2010, durante a gestão de Aécio Neves (PSDB)

Em 2021, o Estado também divulgou um acordo de leniência com a construtora Andrade Gutierrez, no valor deR$ 128 milhões por atos lesivos cometidos pela empresa em obras públicas realizadas no estado entre 2004 e 2011. O acordo prevê que a quantia terá que ser quitada até dezembro de 2030. Entre as obras em que houve irregularidades está a Cidade Administrativa.

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