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Corpo encontrado sob viaduto pode ser de professora desaparecida em Belo Horizonte

Soraya Tatiana Bonfim, de 52 anos, sumiu na sexta-feira (18); corpo tem sinais de violência e teria sido reconhecido pelo filho no IML

Minas Gerais|Rosildo Mendes/ Record Minas

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Um corpo de mulher encontrado neste domingo (20) sob um viaduto no bairro Caieiras, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, pode ser da professora de história Soraya Tatiana Bonfim, de 52 anos, que estava desaparecida desde a noite de sexta-feira (18).

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o corpo do sexo feminino foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR), onde passará por exames que devem confirmar a identidade da vítima e esclarecer a causa da morte. A perícia esteve no local e realizou os procedimentos de praxe.


Um corpo de mulher encontrado sob um viaduto, em Vespasiano, pode ser da professora Soraya Tatiana Bonfim

O corpo foi achado após um chamado via COPOM. Policiais militares foram até a avenida Adélia Issa, no bairro Conjunto Caieiras, onde localizaram a vítima parcialmente coberta por um lençol, vestindo apenas uma blusa cinza.

A mulher apresentava marcas de queimaduras na parte interna das coxas, manchas de sangue e sinais de possível violência sexual. Ela também tinha uma tatuagem de uma fênix verde próxima ao cóccix e não portava documentos, apenas um óculos escuro foi encontrado.


A suspeita de que o corpo seja de Soraya surgiu após uma verificação no sistema. O filho da professora, Matteos França Campos, de 32 anos, foi chamado e teria feito o reconhecimento no IML, fortalecendo a hipótese de que se trata dela.

Soraya foi vista pela última vez na sexta-feira, quando o filho saiu para viajar à Serra do Cipó. Ela havia cancelado a ida a uma festa de aniversário alegando fortes dores no estômago, possivelmente causadas por intoxicação alimentar.


No dia seguinte, sem conseguir contato com a mãe, Matteos acionou uma tia para ir até a casa da família, no bairro Santa Amélia, em BH. A residência estava trancada, com o carro na garagem. Com a ajuda de um chaveiro, conseguiram entrar, mas Soraya não estava no local. Apenas o celular e a chave da casa não foram encontrados.

Diante do desaparecimento, familiares, amigos e colegas de trabalho começaram a divulgar apelos nas redes sociais. O Colégio Santa Marcelina, onde Soraya lecionava, também publicou uma nota pedindo orações e solicitando que qualquer informação fosse repassada às autoridades.


Até o momento, não há suspeitos identificados e nem pistas sobre o que teria motivado o crime. A PCMG investiga o caso como homicídio, com indícios de feminicídio e violência sexual.

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