Minas Gerais CPI pede informações à prefeitura e convoca presidente da BHTrans

CPI pede informações à prefeitura e convoca presidente da BHTrans

Comissão vai ouvir Diogo Prosdocimi sobre a situação da empresa, que é alvo de investigação pela Câmara de Belo Horizonte

Câmara de Belo Horizonte investiga irregularidades na BHTrans

Câmara de Belo Horizonte investiga irregularidades na BHTrans

Divulgação/CMBH/Karoline Barreto

O presidente da BHTrans, empresa que gerencia o trânsito e o transporte público de Belo Horizonte, Diogo Prosdócimi, será o primeiro a prestar depoimento na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) aberta na Câmara de Belo Horizonte para investigar as contas da empresa. Prosdocimi será ouvido na próxima quarta-feira (2), às 10 horas, na condição de testemunha.

A comissão também aprovou, nesta quarta-feira (26), requerimentos com pedidos de informação ao prefeito Alexandre Kalil (PSD) com relação à BHTrans.  

Dentre eles, estão pedidos sobre quantidade de vales-transporte comprados antecipadamente pela prefeitura, se esses gastos estavam previstos no orçamento e o valor dos contratos com as empresas concessionárias do transporte público de Belo Horizonte.

Os vereadores também querem saber, do prefeito, se foram retirados trocadores de algumas linhas de ônibus e o porquê de a tarifa não ter sido reduzida nesses casos. 

De acordo com o presidente da CPI, o vereador Gabriel (Patriota), a prefeitura tem até semana que vem para fornecer as informações requeridas pela comissão. Ele alerta que, se os pedidos forem ignorados pelo Executivo, "serão tomadas providências judiciais". 

Investigação

A Câmara de Belo Horizonte abriu, na última semana, duas CPIs para investigar assuntos relacionados à prefeitura. A Comissão Parlamentar de Inquérito da BHTrans (Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte), aberta com 21 assinaturas, tem como objetivo apurar a atuação da companhia diante possíveis irregularidades das empresas que prestam o serviço de ônibus na capital mineira.

Já a CPI da covid-19, instaurada com 14 assinaturas (o mínimo necessário), vai investigar como se deu a utilização dos recursos públicos por parte da prefeitura nas ações de combate à pandemia do coronavírus.

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