Elefante do Zoológico de BH que morreu fará parte do acervo do Museu de Ciências Naturais
Jamba será submetido ao processo de taxidermia, técnica de preservação do corpo para fins científicos e educativos,
Minas Gerais|Do R7
O elefante-africano Jamba, que vivia no Jardim Zoológico de Belo Horizonte e faleceu nesta quinta-feira (26), passará a integrar o acervo do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas. O animal será submetido ao processo de taxidermia, técnica de preservação do corpo para fins científicos e educativos, e será utilizado em exposições voltadas à educação ambiental e ao letramento científico.
A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (FPMZB) e a Universidade, que prevê a destinação de animais do zoológico que morrem por causas naturais ao museu para estudos e composição da coleção científica.
Jamba se junta a outros animais que já passaram pelo mesmo processo e hoje fazem parte do acervo do Museu, como o rinoceronte-branco Luna, o gorila Idi Amin, as girafas Ana Raio e Zola e os elefantes Joca e Margareth. Essas peças integram exposições permanentes e itinerantes que têm como objetivo sensibilizar o público sobre conservação da biodiversidade e a importância da pesquisa científica.
O processo de taxidermia de Jamba será realizado no Centro Técnico Operacional do Museu, onde atuam biólogos, auxiliares técnicos e um artista plástico. O setor é responsável não apenas pela preservação de espécimes, mas também pela criação de réplicas e montagem de exposições.
Jamba
O elefante Jamba, um dos animais mais visitados do Zoológico de BH, nasceu em 1996 e veio da Namíbia, país localizado no noroeste da África, em 20 de junho de 1998. Sua vinda para BH ocorreu devido ao reconhecimento do Zoo de BH, que já tinha histórico de sucesso nos cuidados da espécie. Jamba é um elefante-africano, espécie que pode chegar a pesar em média 6 toneladas, o que o torna o maior animal terrestre existente.
O Zoológico de BH é conhecido por ter reproduzido com sucesso a espécie ameaçada de extinção, com a fêmea Axé, primeira elefante a nascer na América do Sul em 1987 e que ainda vive no Zoo de BH, e o macho Chocolate, que foi transferido para o Zoológico de Brasília.
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