Minas Gerais Governo conclui duplicação da BR-381 em MG entre Caeté e Itabira

Governo conclui duplicação da BR-381 em MG entre Caeté e Itabira

Trecho com nove dos 37,5 quilômetros que separam as duas cidades mineiras foi liberado para os motoristas na manhã deste sábado (7)

  • Minas Gerais | Pablo Nascimento, do R7

Rodovia liga Minas Gerais ao Espírito Santo

Rodovia liga Minas Gerais ao Espírito Santo

Divulgação / Dnit

O Governo Federal concluiu a duplicação do trecho da BR-381 entre as cidades de Caeté e Itabira, a 111 km de Belo Horizonte. O trânsito foi liberado para os motoristas neste sábado (7).

A distância total entre os dois municípios mineiros é de 37,5 quilômetros. Nesta área, 28,5 quilômetros da duplicação já haviam sido liberados. Agora, o Ministério da Infraestrutura e o e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), responsáveis pela obra, concluíram a reforma nos nove quilômetros restantes.

Além da duplicação, o trecho ganhou seis pontes, dois viadutos e três passarelas para travessia de pedestres. A rodovia liga Minas Gerais ao Espírito Santo.

As obras para esta região estavam previstas para acontecer entre 2014 e 2017, mas foi prorrogada para este ano. A duplicação e reforma dos 303 quilômetros entre Belo Horizonte e Governador Valadares foi divida em 11 lotes. O Governo Federal é responsável por quatro deles, já tendo concluído 52,1 quilômetros, sendo 42 apenas em 2020.

O restante da duplicação será feito pela empresa que ganhar a concessão para instalar pedágios na rodovia. O programa de concessão da pista já é desenvolvido pelo Ministério da Infraestrutura.

“As obras de duplicação e modernização da BR-381/MG aumentam a segurança dos usuários da rodovia e contribuem para o desenvolvimento econômico da região. Ao longo do segmento que será duplicado, localizam-se importantes cidades como Governador Valadares, Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e João Monlevade, além de um grande polo siderúrgico. A duplicação também facilitará o acesso ao complexo portuário de Tubarão (ES) e o fluxo de importação/exportação”, destacou o DNIT em nota.

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