Juiz de Fora (MG) registra alagamentos e deslizamento após chuva forte voltar na cidade
Até o momento, 48 pessoas morreram por causa das chuvas; prefeitura registrou o desabamento de uma construção
Minas Gerais|Lucas Eugênio, da RECORD MINAS
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A chuva forte voltou a atingir Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, na noite desta quarta-feira (25). Segundo a prefeitura, há registro de alagamentos, desabamento de construção e deslizamento. As regiões mais atingidas são Leste, Centro e Sul. Ainda não há informações sobre vítimas.
A Defesa Civil Municipal emitiu um alerta máximo de risco de deslizamento, inundação e alagamento nas áreas de risco de Juiz de Fora. O órgão pediu que a população sais dos locais e busque um local seguro.
Na última hora, choveu 69 mm no bairro Graminha; 71,2 mm na Cidade Universitária; 44,5 no Centro e 40,8 no Ipiranga.
Ainda conforme a Prefeitura de Juiz de Fora, há registro do desabamento de uma construção no bairro Vila Ideal, na rua Vera Consuelo Nascimento. Equipes estão se deslocando para o local.
No bairro Três Moinhos, Bombeiros e Guarda Civil fazem a retirada de moradores após o deslizamento de uma encosta. Ainda não há informações sobre casas atingidas e vítimas. As autoridades pedem que ninguém permaneça em área de risco interditada, pois há risco iminente de mais deslizamentos.
Tragédia na Zona da Mata
Chegou a 48 o número de pessoas mortas por conta das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira, entre a segunda-feira (23) e a madrugada de quarta-feira (25). Segundo o Corpo de Bombeiros, 42 mortes foram registradas em Juiz de Fora (MG) e seis em Ubá (MG).
Uma pessoa morreu eletrocutada em decorrência da fiação elétrica, que veio abaixo por conta do temporal. O óbito não é contabilizado entre as vítimas dos deslizamentos e soterramento.
Ainda segundo os militares, no momento, 17 vítimas estão desaparecidas em Juiz de Fora e duas em Ubá. Não há desaparecidos em Matias Barbosa. Nove equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, mais de 100 militares, trabalham na região.
No total, mais de 3.600 pessoas de Juiz de Fora e Ubá perderam suas casas. A maioria procurou refúgio em abrigos públicos. Outra parte foi para a casa de amigos ou parentes.
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